Atire a primeira pedra a mãe que nunca sentiu a Culpa!

A gente parece que quando vira mãe já vira um saldo devedor? Já se sentiu assim? Eu também, essa é a tal culpa materna.

Nasce um filho, nasce em muitas mulheres o sentimento maternal de culpa.

Esses dias lendo sobre isso, vi algumas psicanalistas dizendo que costumam chamar isso de “herança intergeracional”, ou seja, a ideia para lá de caduca de que mulheres nasceram para serem mães e cuidarem da casa, da família. Só isso! Uma bobagem tremenda, mas que persiste no subconsciente feminino.

Daí paro e me faço a pergunta? Você sente qualquer outro sentimento de culpa assim tão forte por qualquer outra coisa além dos filhos?

Aposto que na mesma veracidade, não!

Culpa porque deixei meus filhos no cursinho de férias na escola, culpa porque não fiquei tanto tempo com eles durante a semana, culpa porque não vi seus primeiros passos, culpa porque escolhi sai uma noite com as amigas, culpa porque cheguei tarde do trabalho.

Nós somos as melhores mães que nossos filhos poderiam ter. Isso não é suficiente?

Vocês sabiam que as mulheres estão adoecendo com suas expectativas de perfeição”, escreveu Karen Kleiman, fundadora e diretora executiva do Centro de Stress Pós-parto dos Estados Unidos no artigo Guilty, Mothernhood and the Pursuit of Perfection (Culpa, Maternidade e a Busca pela Perfeição, em português).

E daí eu pergunto, e o amor? Ele não deve prevalecer acima dessa culpa que fica aqui dentro do nosso coração nos perseguindo o tempo todo?

Definitivamente a culpa faz parte da vida de quem zela pelos filhos, mas devemos se culpar menos, afinal amamos tantos nossos filhos que não são uns afazeres, uns dias ruins ou algumas ausências que nos tornarão uma mãe inferior.

Afim de ajudar você a se autoconhecer melhor e entender os motivos desta culpa, separei essa análise do site o Segredo para que faça uma análise sincera das suas práticas como mãe e que pode auxiliar a resolver esse problema.

Pergunte se:

– O quanto você faz em benefício dos seus filhos?

– Quais são seus pontos fortes, as qualidades que usa na educação e criação dos seus filhos?

– Aquilo que a sociedade diz ser o melhor para os seus filhos, faz sentido para você?

-Se você concorda que é o melhor, neste momento da sua vida, você tem condições para fazer?

– Quem ganha e quem perde se você resolver fazer isto?

– Os ganhos para a família serão maiores ao ponto de compensar as perdas?

Aprendendo a valorizar a sua história de vida, personalidade e os valores que te guiam, aos poucos você saberá identificar se, aquilo faz parte da sua responsabilidade e será bom para você mesma ou para a família se você mudar suas atitudes ou se é apenas uma cobrança exagerada ou a opinião pessoal de alguém.

E neste segundo caso (da cobrança exagerada) é preciso valorizar as boas práticas que você já tem com os seus filhos para mandar a culpa embora.

A palavra mãe virou um ser tão especial que é difícil alcançar essa perfeição, mas espero que esse texto “amenize” esse sentimento ai dentro do seu coração.

Um grande beijo.

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